Gapi reforça Governação Corporativa e Capacidade Financeira

Gapi reforça Governação Corporativa e Capacidade Financeira

Os accionistas da Gapi-SI aprovaram alterações aos seus estatutos com o objectivo de reforçar as boas práticas de governação corporativa. As alterações, dentre vários aspectos, consolidam e clarificam as funções dos seus órgãos sociais e o objecto da sua actividade como instituição financeira de desenvolvimento. “Com 30 anos de experiência na implementação de programas de financiamento e assistência técnica para o desenvolvimento de pequenas e médias empresas e para a inclusão financeira, temos maturidade e reputação para enfrentarmos os desafios que o país atravessa e mobilizar mais recursos que contribuam para um desenvolvimento inclusivo de Moçambique” – disse António Souto, recordando que foi em meados de 1988 que a Fundação Friedrich Ebert da RFA e o Banco Popular de Desenvolvimento juntaram forças para dar início à criação da Gapi.

Os novos estatutos, incorporam regras inseridas nas recentes alterações do Código Comercial, bem como as recomendações da Associação Africana das Instituições Financeiras de Desenvolvimento (AADFI) sobre as normas de gestão deste género de instituições.

Estas deliberações foram aprovadas numa Assembleia-Geral realizada dia 11 de Julho de 2018, na sede da Gapi-SI em Maputo e na qual participaram a totalidade dos accionistas, tendo sido dirigida pelo Dr. Abdul Carimo Issa, que foi recentemente reconduzido ao cargo de Presidente da Mesa.

Esta reunião magna da Gapi, segue na esteira de um trabalho de reforço da robustez institucional que incluiu a eleição de novos titulares dos órgãos sociais, há um mês, tendo os economistas Luís Sitoe e António Souto sido eleitos para Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Comissão Executiva, respectivamente.

Os accionistas da Gapi estão, entretanto, a iniciar a implementação de um projecto de reforço dos Fundos Próprios da sociedade, incluindo emissão de novas acções para suportar um aumento do capital social para além dos 120 milhões de meticais já realizados. Através deste projecto os accionistas pretendem reforçar a capacidade da Instituição para introduzir novos instrumentos financeiros indispensáveis à implementação de programas de desenvolvimento rural e de apoio ao empresariado nacional.

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