Gapi no Conselho de Administração da DFRC

A Gapi foi indicada pelo subcomité das Instituicoes financeiras de desenvolvimengto (IFDs) da SADC, para fazer parte do Conselho de Administração do Centro dos Recursos de Finanças para o Desenvolvimento (DFRC), numa reunião que teve lugar na Swazilândia.

Representado pelo Administrador-Delegado da Gapi, Francisco António Souto, Moçambique passa a ter um assento na direcção desta instituição que intervem na definição de políticas ligadas às finanças de desenvolvimento ao nível da região. Além de Moçambique, fazem parte deste conselho países como África do Sul (Presidente do Conselho), Botswana, Maurícias, Zimbabwe, Swazilândia e Namíbia. Este conselho terá a duração de dois anos que começou a contar a partir do momento da nomeação e vai findar as funções em 2019.

Esta nomeação honra-nos enquanto Instituição Financeira de Desenvolvimento. Ser indicado para fazer parte do Conselho de Administração de uma instituição com o prestígio do DRFC e poder levar as experiências de Moçambique nos debates sobre assuntos relevantes para o desenvolvimento económico e sustentável da região da SADC, é reflexo do reconhecimento e reputação que a Gapi conquistou nestes últimos 28 anos. – declarou o Administrador Souto.

A DFRC é uma instituição subsidiária da SADC criada em julho de 2003 para actuar como um centro de excelência regional, fortalecer a rede de IFDs e aumentar a capacidade das destas de cumprirem os seus mandatos, contribuindo para de crescimento económico, geração de emprego e alívio da pobreza. Esta rede é composta actualmente por 41 membros de 15 países da SADC.

A Gapi filiou-se a este subcomité, há mais de 10 anos, passando a ser a primeira instituição moçambicana a fazer parte deste órgão. A Gapi é uma IFD com 28 anos, cuja actuação inspira-se nas políticas públicas expressas em documentos orientadores aprovados pelo Governo e tem como foco a promoção e consolidação do tecido empresarial nacional e a melhoria de instrumentos financeiros que contribuam para um desenvolvimento económico mais inclusivo de Moçambique. Neste sentido, estão a ser priorizados projectos com vista à edificação de uma rede de serviços financeiros rurais, em interligação com a expansão de serviços de assistência a pequenas e médias empresas operando em sectores relevantes para a segurança alimentar, inclusão financeira, geração de emprego, e para a promoção da mulher e de jovens empreendedores.

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