Empreendedores iniciam a segunda fase do Agro-Jovem

“É preciso arriscar. É preciso que o jovem queira ser empreendedor e inovador – mesmo que isso signifique trabalhar 20h por dia. Acima de tudo é preciso que haja uma nova elite de jovens batalhadores que moldem a nossa sociedade e que apaguem os maus exemplos que temos tido no presente. As nossas instituições não podem só formar. É importante o “saber fazer” e com o programa Agro-Jovem – junto aos nossos parceiros – desafiamo-nos a nós mesmos – como uma Sociedade de Investimentos – a apoiar os jovens.” – Afirmou o Administrador Delegado da Gapi- SI, António Souto, a margem de uma formação a jovens empreendedores que ocorreu nos dias 16 e 17 do mês em curso, no Instituto Superior de Ciências e Tecnologia de Moçambique (ISCTEM) no domínio de implementação da segunda fase do programa Agro-Jovem.

Estiveram presentes vários empreendedores jovens que actuam em vários sectores económicos que irão apoiar à Gapi na implementação do programa e na voz do representante da Global Shapers, Daudo Vali, “Moçambique precisa de mais programas que façam acontecer, pois caso contrário à nossa juventude vai se tornar num conjunto de pessoas que só sabe teoria.”

O representante do ISCTEM, Mohamed Naguib, mostrou-se bastante satisfeito por ver esta iniciativa a funcionar e acredita que quanto mais instituições souberem, o Agro-Jovem tornar-se-á cada vez mais influente na juventude Moçambicana.

Durante a formação houve espaço para que os jovens presentes contassem as suas histórias (como se tornou num empreendedor), trocassem ideias sobre como deve se traçar o perfil de um empreendedor de sucesso, e como se devem criar redes de apoio aos jovens empreendedores em Moçambique.

No fim, os presentes mostraram-se motivados para explorar oportunidades de comunicar o Agro-Jovem para mais jovens Moçambicanos e inspirar uma geração de agroempreendedores.

Com esta iniciativa a Gapi-SI e os seus parceiros técnicos (DEV Mozambique) irão orientar jovens empresários para se tornarem mentores dos proponentes do programa Agro-Jovem. Os mentores que fazem parte da rede de jovens empreendedores da Associação Global Shapers Maputo irão complementar a formação de jovens que será facultada pelos Parceiros de Implementação e farão o acompanhamento (coaching/mentoring virtual) durante o processo de implementação dos respectivos negócios financiados no âmbito do Agro-Jovem. Devido a sua forte ligação com instituições de ensino o apoio da AIESEC (Associação Internacional de Estudantes em Ciências Económicas e Empresariais) na organização deste tipo de iniciativas possibilitará maior interligação entre os vários actores do Agro-Jovem.

This Post Has 2 Comments

  1. Eu acredito numa juventude mais interventiva, activa e fazedora de acções concretas.
    O projecto Agro Jovem constitui uma resposta acertada e coordenada para a fertilização dos sonhos dos jovens moçambicanos. O sector do agronegocios tem muito a dar como rendimento a juventude mas para tal os jovens devem abraçar esta oportunidade que a GAPI oferece e com ela crescer no empreendedorismo.

  2. É de se louvar a iniciativa, espero que cubram todo país…

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